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Outono típico em Santa Catarina

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A previsão é de chuva próxima à média climática em boa parte de SC, no trimestre. No Oeste, a chuva pode ficar ligeiramente abaixo da média. Uma característica que deve marcar o trimestre é a diferença dos valores mensais de chuva, intercalando um mês mais seco com outro mais chuvoso.

Destaque: Eventos de chuva intensa, em curto espaço de tempo, podem ocorrer em qualquer época do ano. Por isso, ressalta-se a importância doacompanhamentodiáriodaprevisãodotempo.

Climatologia (o que se espera para época do ano):

No trimestre as chuvas diminuem em relação aos meses deverão, ficando com valores de 120 a 200 mm mensais no Oeste e Meio Oeste, e de 80 e 140 mm do Planalto ao Litoral. As chuvas são preferencialmente causadas pela influência de frentes frias, sistemas de baixa pressão e vórtices ciclônicos. Também é a época de atuação frequente dos ciclones extratropicais, próximos ao Litoral, que oferecem perigo às embarcações, com ventos fortes e mar agitado, que muitas vezes resultam em ressaca.

Temperatura:

A previsão é de valores próximos à média climatológica, no trimestre. Em abril, as massas de ar frio devem baixar gradativamente a temperatura com geada mais fraca no início da estação, sobretudo no Planalto Sul. A partir de maio, as massas de ar devem chegar ao Sul do Brasil, provocando frio mais abrangente, com chance de geada ampla em Santa Catarina.

São caraterísticas do outono: veranicos, períodos prolongados de temperatura mais elevada (acima de 30°C), especialmente no mês de maio; grandeamplitudetérmicadiária(diferençadetemperaturamínimaemáxima); e nevoeiros associados à nebulosidade baixa, com redução de visibilidade.

Temperatura da Superfície do Mar (TSM):

Em fevereiro, a TSM ficou próxima à média histórica em boa parte do Pacífico equatorial (Figura 1). No entanto, chama atenção a forte anomalia positiva de TSM sobre o Pacífico leste, próximo à costa oeste da América do Sul (região conhecida como Niño 1+2). Esse aquecimento também é observado durante a semana de março (Figura 2), porém não há estudos suficientes que mostrem que essas anomalias influenciam o clima no Brasil. Para o próximo trimestre (Abril-Maio-Junho) a previsão é de neutralidade, ou seja sem a influência dos fenômenos La Niña ou El Niño.

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