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É possível que o Ministério da Economia estenda o auxílio emergencial para até o fim do estado de calamidade pública (dezembro de 2020). Mesmo que os membros da pasta estejam preocupados com o impacto fiscal da medida, há o entendimento de que as pressões políticas possam acarretar na prorrogação do benefício.
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Até então, foram investidos R$ 254,2 bilhões em repasses fornecidos para o auxílio emergencial. A medida do governo já consta como a mais cara do pacote anticrise, que foi elaborado para durar apenas ao longo de três meses (abril, maio e junho).
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Depois de análises mais aprofundadas, foi confirmada a quarta e quinta parcelas do benefício. A equipe econômica sempre defendeu que a medida fosse temporária e que não se prolongasse por muito tempo. Bolsonaro chegou a mencionar que não permitiria mais do que três cotas do auxílio emergencial.
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No entanto, a partir de maio, o discurso mudou de rumo e passou a admitir extensões. De acordo com a Folhapress, o ministro Paulo Guedes pretende diminuir o valor dos novos repasses (da sexta cota em diante) para R$ 200. Ele entende que essa quantia representa aproximadamente a média recebida pelos beneficiários do Bolsa Família.
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Assim sendo, o auxílio emergencial não poderia ser maior do que o programa já consolidado às pessoas economicamente vulneráveis. Paulo Guedes, por outro lado, já defendia uma redução para R$ 200 no mês de maio, caso a medida fosse prorrogada. Entretanto, o governo estendeu o auxílio por mais dois meses com o mesmo valor de R$ 600.