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JULHO TERMINA COM CHUVAS MUITO ABAIXO DA MÉDIA NA REGIÃO

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Até o último final de semana, o total de chuva acumulado em Santa Catarina e estava e está bem abaixo da média climatológica para o mês de julho. A média para esta época do ano varia de 80 a 140 mm, tendo ficado, neste mês de julho de 2017, muito abaixo deste valor em todas as regiões.

 

As regiões com maior escassez d’água em relação à média são as do Oeste e o Meio Oeste catarinense, onde geralmente são registrados os maiores acumulados de chuva do Estado. Até a presente data, só choveu cerca de 15 a 20 % do esperado para todo o mês. A má notícia que não previsão de chuva neste final julho.

 

O baixo volume de chuva veio em decorrência da baixa frequência de atuação de sistemas meteorológicos responsáveis pela ocorrência de chuva no Estado. No decorrer deste mês de julho, apenas uma frente fria avançou pelo Estado, com fraca atividade (entre os dias 17 e 18), resultando em chuva mal distribuída no tempo e no espaço. Antes deste período apenas o Litoral, Vale do Itajaí e Serra tiveram episódios de chuva fraca, devido aos ventos úmidos do mar, mesmo assim com valores inexpressíveis.

 

A baixa frequência de chuva neste mês foi causada pela maior influência de sistemas de alta pressão sobre o Estado (massa de ar seco e frio, que aquecem logo em seguida). Estes fenômenos são responsáveis por movimento descendente na atmosfera, inibindo a formação de nebulosidade.

 

Nos próximos dias, os indicativos dos modelos numéricos de previsão são de que o tempo permaneça seco, com chuva voltando a ocorrer em Santa Catarina apenas nesta primeira semana de agosto, nos dias 02 e 03/08, devido ao avanço de uma frente fria. O volume esperado não é alto, variando entre 20 a 40 mm apenas.

 

Esta situação de estiagem que já é registrada no Estado, em algumas regiões de Santa Catarina, é decorrente do baixo índice pluviométrico em julho de 2017. Em determinadas regiões, a disponibilidade hídrica está muito próxima da vazão máxima outorgável para os usos consuntivos (como o abastecimento e usos agrícolas, por exemplo), e já é possível notar-se, em determinados rios que possuem pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), uma variação no regime hídrico dos rios monitorados devido à escassez de água.

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