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DEPUTADO DRESCH COBRA RETOMADA DAS OBRAS DA SC 390

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O deputado estadual Dirceu Dresch (PT) ocupou a tribuna do legislativo nesta terça-feira, 13,  para cobrar do Governo do Estado a retomada das obras de asfaltamento da  rodovia estadual SC-390, trecho de 25 quilômetros entre os municípios de Anita Garibaldi e Celso Ramos.  Esta semana, agricultores e moradores da região realizaram protesto no local, fechando parcialmente a rodovia para denunciar o descaso do governo.

Orçada em  cerca de R$ 38 milhões, a obra iniciou em fevereiro de 2017, mas está parada há meses devido à falta de pagamento à empresa Planaterra, que venceu a licitação. Nem a manutenção da estrada está sendo feita, deixando a rodovia em péssimas condições de tráfego, com muita lama e buracos oferecendo riscos para quem trafega.

 “Essa é um obra prometida há muitas eleições. Depois de muita pressão, a obra iniciou durante o governo Raimundo Colombo, mas nenhum trecho recebeu asfalto, está ainda na fase de abertura e alargamento da estrada, que é de chão batido. É revoltante a situação. As pessoas estão se mobilizando e nós estamos cobrando do governo. A paralisação das obras traz sérios prejuízos à população e aos cofres públicos, já que devido ao abandono  muita coisa está se deteriorando e terá de ser refeita”, descreveu Dresch. Além da denúncia da situação na tribuna, o deputado também apresentou moção solicitando explicações do Deinfra.

Infraestrutura ameaçada pela má gestão

Conforme Dresch, a situação de abandono da obra da SC-390 não é um caso isolado. Ele afirma que em todas as regiões houve o abandono das rodovias estaduais e isso é um reflexo da má gestão do Estado nos últimos governos, que resultou em uma grave crise financeira. “Para o orçamento do ano que vem o governo já prevê um déficit de R$ 2 bilhões de reais. Este ano o governador  já admite que vai deixar R$ 700 milhões em dívida com fornecedores.  É lamentável essa situação em Santa Catarina, com obras abandonadas, com infraestrutura precária, com problemas em todas a áreas e o Estado endividado.”

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