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O inverno começou oficialmente às 5h24 deste domingo (21), no horário de Brasília. A estação, que se estende até setembro, deve ser marcada por episódios frequentes de frio nos primeiros meses, além de chuva acima da média na Região Sul e temperaturas elevadas na reta final do período.
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Segundo a previsão da Climatempo, a primeira onda de frio já deve atingir grande parte do Centro-Sul do Brasil entre os dias 22 e 30 de junho. Uma forte massa de ar polar avançará pelo país, provocando queda acentuada das temperaturas no Sul, em áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. O fenômeno também poderá causar friagem em estados da Região Norte, como Acre, Rondônia e sul do Amazonas.
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Julho deverá ser o mês mais rigoroso do inverno. Os meteorologistas apontam a chegada de duas fortes massas de ar polar, uma na metade e outra no final do mês. As condições favorecem temperaturas negativas nas áreas mais elevadas do Sul do Brasil, além da ocorrência de geadas amplas e possibilidade de neve nas serras catarinense e gaúcha.
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Para Santa Catarina, a expectativa é de frio intenso, especialmente nas regiões de maior altitude, como o Planalto Sul. Municípios como Anita Garibaldi poderão registrar temperaturas próximas ou abaixo de zero durante as ondas de frio previstas para julho.
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A Região Sul deverá apresentar volumes de chuva acima da média ao longo da estação. Apesar disso, os temporais tendem a ocorrer de forma mais localizada, sem a abrangência observada em anos anteriores.
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No Sudeste e no Centro-Oeste, onde o inverno costuma ser mais seco, a previsão indica a ocorrência de pancadas de chuva fora de época em diferentes momentos da estação. Ainda assim, serão comuns os períodos de baixa umidade do ar e a grande amplitude térmica, com manhãs frias e tardes mais quentes.
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Já nas regiões Norte e Nordeste, o cenário será de tempo predominantemente seco e quente. A combinação entre temperaturas elevadas e falta de chuva mantém o alerta para queimadas, especialmente na região do Matopiba, que engloba áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
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A partir da segunda quinzena de agosto, o frio tende a perder força. As temperaturas devem voltar a subir gradativamente e, em setembro, aumentam as chances de ondas de calor, principalmente nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
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Outro fator que deverá influenciar o clima brasileiro nos próximos meses é o fenômeno El Niño, que voltou a se formar oficialmente em junho. O aquecimento das águas do Oceano Pacífico pode intensificar seus efeitos na segunda metade do inverno, contribuindo para alterações nos padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do país.
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Para os especialistas, os primeiros 45 dias da estação concentram as maiores chances de frio intenso, geadas e até neve no Sul do Brasil, tornando este período o mais característico do inverno de 2026.